Provérbio / Kotowaza
朝に紅顔ありて夕べに白骨となる
A vida humana é frágil e efêmera; quem está saudável pela manhã pode falecer ao entardecer.
Ter um rosto corado pela manhã e tornar-se ossos brancos ao entardecer
Resposta rápida
A vida humana é frágil e efêmera; quem está saudável pela manhã pode falecer ao entardecer.
- Imagem Literal
- Ter um rosto corado pela manhã e tornar-se ossos brancos ao entardecer
- Como Usar
- Usado ao refletir sobre a morte súbita de alguém ou ao discutir a fragilidade e impermanência da vida.
Significado
Esta expressão ilustra a extrema incerteza e a transitoriedade da existência humana. Descreve como alguém que parece jovem e saudável no início do dia pode morrer subitamente e ser reduzido a restos mortais ao cair da noite. Serve como um lembrete filosófico de que a morte pode chegar a qualquer momento, independentemente da saúde ou idade atual.
Imagem Literal
Ter um rosto corado pela manhã e tornar-se ossos brancos ao entardecer
Como Usar
Usado ao refletir sobre a morte súbita de alguém ou ao discutir a fragilidade e impermanência da vida.
Tom
Formal e sombrio, refletindo uma perspectiva filosófica ou religiosa sobre a mortalidade.
Exemplos
事故の知らせを聞き、「朝に紅顔ありて夕べに白骨となる」という言葉の意味を改めて噛みしめた
Ao ouvir a notícia do acidente, refleti novamente de forma profunda sobre o significado do ditado 'corado pela manhã, ossos brancos ao entardecer'.
Notas de Aprendizado
Vocabulário-Chave
A expressão utiliza leituras clássicas para kanjis básicos (ashita, yuube) e vocabulário budista especializado, tornando-a difícil de interpretar para os alunos sem um estudo específico.
朝
あした / ashita
manhã (leitura clássica)
紅顔
こうがん / kougan
rosto corado / rosto juvenil
夕べ
ゆうべ / yuube
tarde / entardecer
白骨
はっこつ / hakkotsu
ossos brancos / restos mortais
Perfil de Uso
Nota de uso: Devido à sua natureza sombria em relação à morte, use-o com cuidado para evitar parecer excessivamente pessimista em conversas casuais.
Risco de erro
Não confunda a leitura 'ashita' (manhã) aqui com o significado moderno de 'amanhã'. Este provérbio utiliza a definição clássica.
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Origem
Este provérbio expressa o conceito budista de impermanência (mujou). Enfatiza a fragilidade da vida humana e está incluído no 'Hakkotsu no Gobunsho' (Epístola sobre os Ossos Brancos) escrito por Rennyo Shonin. Serve como uma advertência de que, não importa o quão saudável uma pessoa seja, sua vida pode terminar a qualquer momento.
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